DATA |
AULAS |
LEITURA1 |
AGOSTO |
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8 manhã |
Apresentação da disciplina
Teórica: Vegetação na escala global e fatores determinantes.
Prática: climadiagramas |
Coutinho, L.M. 2006. O Conceito de Bioma. Acta bot. bras. 20: 1-11. (pdf)
Joly, C.A. et al. 1999. Evolution of the Brazilian phytogeography classification systems: implications for biodiversity conservation. Ciência e Cultura 51: 331-348. (pdf) |
8 tarde |
Teórica: Sensoriamento remoto para estudo da vegetação. (Convidada: Dra. Marisa Bitencourt)
Prática: Cobertura vegetal da Baixada Santista. |
Bitencourt, M. & Mesquita Jr., H. 2006. Análise ambiental espacializada da gleba Pé-de-Gigante. In: Pivello, V.R. & Varanda, E.M. (Eds.), O Cerrado Pé do Gigante, Parque Estadual de Vassununga. pp. 43-50. |
15 dia todo |
Prática em Campo2 – Tipos vegetacionais no Parque Estadual do Juquery. |
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22 manhã |
Seminário: apresentação dos resultados da prática de campo.
Teórica: Métodos de estudo da Estrutura da Vegetação. |
Gurevitch, J. 2002. The Ecology of Plants. Cap. 21, pp 235- 242 e 248-252.
Martins, F. R. 1993. Estrutura de uma floresta mesófila. Cap. 1- Introdução (pp.13-15) e Cap 2 - Métodos Quantitativos de levantamentos fitossociológicos empregados no Brasil (pp. 17- 32). |
22 tarde |
Prática: Estrutura da Vegetação do P.E. da Ilha do Cardoso (PEIC). |
Sugiyama, M. 1998. Estudos da Restinga da Ilha do Cardoso. Boletim do Instituto de Botânica 11: 119-159 |
29 manhã |
Seminário: apresentação e discussão dos resultados da prática sobre estrutura da vegetação do PEIC.
Teórica: Caracterização de comunidades vegetais: diversidade e composição.
Téorica: Comunidades no tempo e no espaço. |
Begon et al. 2007. Ecologia. Cap. 16 A Natureza da Comunidade. pp. 469-498 (pdf inglês) |
29 tarde |
Prática: Uso de análise de agrupamento para investigar diferenças na composição da vegetação no PEIC . |
Silva, A.F. & Shepherd, G.J. 1986. Comparações florísticas entre algumas matas brasileiras utilizando análises de agrupamento. Revista Brasil. Bot. 9: 81-86 |
DATA |
AULAS |
LEITURA1 |
SETEMBRO |
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12 manhã |
Palestra: O bioma do cerrado (Convidado: Dr. Leopoldo Magno Coutinho).
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Ratter, J.A. et al. 1997. The Brazilian Cerrado vegetation and threats to its biodiversity. Annals of Botany 80 : 223–230. |
12 tarde |
Teórica: Interações biológicas nas comunidades vegetais.
Prática: Herbivoria |
Callaway, R.M. & Walker, L. R. 1997. Competition and Facilitation: A Synthetic Approach to Interactions in Plant Communities. Ecology, 78: 1958-1965. (pdf)
Strauss,S.Y.& Zangerl,A.R.2002. Plant-Insect interactions in terrestrial ecosystems. In: C. Herrera and O.Pellmyr,(Eds.), Plant-Animal Interactions. pp.77-106. |
19 dia todo
AULA NO IME – SALA A DEFINIR |
Teórica: modelos de dinâmica populacional
Prática: modelagem de extração de palmito na Mata Atlântica. |
Gotelli, N. J. 2007. Ecologia. Cap.3. Crescimento Populacional Estruturado. Pp. 49-82.
Cardoso da Silva, J.M. & Casteleti, C.H.M. 2006. Estado da biodiversidade da Mata Atlântica brasileira. In: Galindo-Leal, C. & Gusmão Câmara, I. (Eds.) Mata Atlântica : biodiversidade, ameaças e perspectivas. pp. 43-59. (pdf) |
OUTUBRO |
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03 manhã |
Teórica: Estrutura de populações vegetais.
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Begon et al. 2007. Ecologia. Cap. 6 Dispersão, Dormência e Metapopulações. pp. 162-167. (pdf ingês)
Clark, D. 2002. Los factores edáficos y la distribución de las plantas. In. Ecologia Y Conservacion de bosques neotropicales. Cap. 9. pp. 193-221. |
03 tarde |
Prática: Árvores da Amazônia: padrão espacial e interação com o habitat. |
Vincentini, A. 2001. As florestas de terra firme. In: Oliveira, A. A. & Daly, D.C. (Eds.) Florestas do Rio Negro. pp. 143-178. (pdf) |
10 manhã |
Primeira Prova (GABARITO) |
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